CONTEXTOS
Nunca esquecerei esta viagem! – disse-lhe.
Mentiu-lhe sem saber, porque a memória, mesmo a do prazer, não é infalível.
Nunca esquecerei este almoço! – disse-lhe.
Mentiu-lhe sem saber, porque a memória , mesmo a do prazer, não é infalível.
Nunca esquecerei esta noite! – disse-lhe.
Mentiu-lhe sem saber, porque a memória, mesmo a do prazer, não é infalível.
É o contexto que causifica a vida.
É a culpa que ensurdece a razão.
Mentiu-lhe sem saber, porque a memória, mesmo a do prazer, não é infalível.
Nunca esquecerei este almoço! – disse-lhe.
Mentiu-lhe sem saber, porque a memória , mesmo a do prazer, não é infalível.
Nunca esquecerei esta noite! – disse-lhe.
Mentiu-lhe sem saber, porque a memória, mesmo a do prazer, não é infalível.
É o contexto que causifica a vida.
É a culpa que ensurdece a razão.

4 Comments:
ah...
depois diz-se aqui que é um "doido" que escreve assim...
tsc tsc tsc...
a razão, às vezes, também nos ensurdece e depois... depois ficamo-nos pelas causas que só o contexto sabe e zumba: diz-se disto que é a vida!
Tá doido, tá... quem dera a muitos esta "doidição"!
a mentira tem uma razão lógica, que é mentir simples(mente)
e por vezes a a verdade de hoje pode ser a mentira de amanhã e neste sentido o exelente almoço de hoje, pode ser ultrapassado por um melhor amanhã.. assim como a companhia.
abraço
Pois é, Carlos! E logo nós, com os políticos que temos, sabemos muito bem o que quer dizer "a verdade de hoje pode ser a mentira de amanhã"!...
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