quinta-feira, agosto 25, 2005

ISOTONIA

A última vez que lhe disse que o amava, estava distraído. Quando recuperou a atenção ela já não tinha prosódia nas palavras. A sua vida era uma linha isotónica.

6 Comments:

Anonymous Anónimo said...

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7:06 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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7:32 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

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7:44 da tarde  
Blogger maria said...

Se isto não fosse um blog onde o autor se assume como escrevinhador de Doidices (que creio serem coisas tontinhas apenas na aparência mas sempre de brincadeira possível) ficava preocupada! aliás...
em boa verdade, estou preocupada.
Parece, esta breve história, acontecimento possível entre avó e neto (ou neta, se da minha avó se tratasse...) como se dizer-lhes o quanto são fundamentais acontecesse sempre meio "sem querer" e depois, quando já eles (ou elas) perderam a noção dA Palavra, tudo possa ser dito mas não, necessariamente, percebido como queremos que o que estamos a dizer "ali" chegue... e depois, resta muito pouco quando nas máquinazitas (como as que se vêem nas séries de tv e nos filmes ou mesmo lá, nos hospitais) a linha da vida - que é sempre ziguezagueante - está fininha demais, estável demais... de vida a menos.

Espero estar errada! Bolas, como espero estar errada!

10:34 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Sou dos doidos mais atentos do Universo. Nada me escapa. Só a velocidade dos dias.

Doido

PS: Obrigado Maria pelas leituras "atentas"

11:39 da tarde  
Blogger maria said...

A velocidade dos dias não me tranquiliza nada...
mas vá, saber que estou a falar com um dos doidos mais atentos do Universo lá me traz alguma paz... a atenção é capaz de nos fazer prevenir! e nada nos escapa, nem que os dias sejam teimosos e tentem fugir muito depressa!
em caso de extrema necessidade, acho que até lhes saltamos em cima, Zás! e dali não fogem, nem que esperneiem... os dias, claro, estava a falar dos dias! ;)

12:30 da manhã  

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